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Polícia investiga desaparecimento de taxista de Goioerê cujo carro roubado passou por Umuarama e foi recuperado em Guaira

Polícia investiga desaparecimento de taxista de Goioerê cujo carro roubado passou por Umuarama e foi recuperado em Guaira

Policiais, amigos e familiares buscam pelo paradeiro do taxista goioerense Raimundo José de Souza, de 74 anos, conhecido como “Doca”, que sumiu após ser assaltado no sábado (1º) no ponto de táxi da estação rodoviária de Goioerê. O taxista parou com os ladrões na agência da Caixa Econômica de Moreira Sales, onde foi sacado dinheiro, e depois o veículo parou no Posto Cavalo Branco, na rodovia PR-323, na região de Umuarama, já sem o taxista, conforme o rastreador do carro. O veiculo foi recuperado em Guaira, mas o elemento que o conduzia conseguiu escapar. A polícia está solicitando a que resida na zona rural de Goioerê, Moreira Sales, Mariluz, Umuarama e Perobal para que verifiquem margens de estradas e carreadores dentro de suas propriedades. A polícia trabalha com a possibilidade de que o taxista esteja vivo e possivelmente amarrado à margem de alguma estrada rural e que não conseguiu soltar as amarras por causa da idade. Qualquer informação sobre o paradeiro do taxista pode ser repassada para a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou para a Polícia Civil de Goioerê, pelo telefone (44) 3522-1137.
Tribunal de Justiça proíbe comercialização de cotas de lotes em Toledo; dinheiro sumiu das contas

Tribunal de Justiça proíbe comercialização de cotas de lotes em Toledo; dinheiro sumiu das contas

O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná proibiu a comercialização de cotas de lotes em Toledo, por conta de várias irregularidades constatadas no processo. Mesmo tipo de negociação ilegal foi feita em Mal. Rondon A decisão foi confirmada através de uma nota emitida pela Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Comarca de Toledo. A 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, em decisão proferida pelo Desembargador Péricles Bellusci, negou o pedido de suspensão de liminar feita pela empresa Áquila Empreendimentos, pelo vereador Ademar Dorfschmidt e demais réus que figuram na Ação Civil Pública A nota aponta que os réus ingressaram com recurso perante o Tribunal de Justiça sustentando a legalidade do negócio, procurando derrubar a medida liminar para dar prosseguimento à comercialização de cotas imobiliárias no município de Toledo, todavia, o TJ do Paraná negou o pedido dos réus, reconhecendo que a prática é ilegal e deve permanecer proibida, tendo em vista tratar‐se de formação de condomínios irregulares. Durante o processo, conforme a nota, as investigações apontaram que o mesmo grupo foi responsável pela formação de associações idênticas em outras cidades região, como Marechal Cândido Rondon, Pato Bragado, Santa Helena, Céu Azul, Quatro Pontes e Medianeira. Após a medida judicial, aproximadamente, 63 pessoas procuraram a Promotoria de Justiça de Toledo alegando terem sido induzidas pelos réus e solicitando a devolução dos valores pagos. Em uma das situações, a pessoa pagou à vista o valor de 40 mil reais por uma cota imobiliária. O dinheiro foi integralmente levantado das contas bancárias bloqueadas, contudo elas possuem valores irrisórios.