Umuarama recebe, nesta quarta e quinta-feira, a Unidade de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher – Ônibus Lilás. Trata-se de um veículo preparado para circular de forma itinerante nas áreas urbanas e rurais, com espaço destinado ao atendimento individual e sigiloso, garantindo a privacidade das mulheres vítimas de algum tipo de violência ou que querem apenas se informar sobre os serviços ofertados.

O atendimento itinerante amplia a cobertura de serviços em áreas rurais. O ônibus permanece durante um tempo nas cidades definidas, conforme a necessidade de cada comunidade e das prefeituras. A estrutura conta com o apoio dos gestores municipais e demais redes existentes no município para a disponibilização dos locais de instalação temporária da unidade e de profissionais para realizar o atendimento.

Este é um espaço voltado para a realização de palestras de sensibilização e informação sobre a violência e os direitos das mulheres, entre outros tipos de atendimentos que as mulheres, por medo, vergonha ou insegurança, deixam de procurar quando convivem com a violência. “O município dispõe de uma ampla rede de atendimento e o Ônibus Lilás é mais uma opção, que além de ouvir essas mulheres e encaminhá-las, contribui para divulgar a estrutura que elas podem contar no município”, lembra a secretária de Assistência Social, Izamara Amado de Moura.

O Ônibus Lilás faz parte do projeto “Mulher, Viver sem Violência”, da Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social, e funciona em parceria com a Prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência Social. Em Umuarama ele iniciou o atendimento na Praça Arthur Thomas, das 9h às 17h, e nesta quinta-feira, 19, estará na Praça da Bíblia (terminal rodoviário), no mesmo horário. O foco do trabalho é a prevenção e atendimento às mulheres vítimas da violência doméstica.

A secretária Izamara requisitou a liberação do ônibus ao coordenador regional da Secretaria da Família em Umuarama, Pedro Lucas Pinheiro, e foi prontamente atendida. “Este é um serviço importante, porque infelizmente é comum a violência doméstica ficar entre quatro paredes por falta de opção para denunciar, de encorajamento e de atendimento às vítimas. A conscientização é importante, bem como a orientação e o acolhimento”, comentou a secretária.

 

 Por: PMU