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Força vai à Justiça contra reajuste do salário abaixo da inflação

Força vai à Justiça contra reajuste do salário abaixo da inflação

AForça Sindical entrou, na quinta-feira (18), com ação na Justiça contra a decisão do governo de reajustar o salário mínimo abaixo do índice de inflação. Em nota, a entidade afirma que a medida prejudica 22 milhões de aposentados. O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) é a referência utilizada para reajuste do salário mínimo. O indicador terminou o ano de 2017 acumulado em 2,07%, mas o reajuste concedido pelo governo no salário mínimo foi de 1,81%. "Com essa medida absurda e insensata, sob o contexto de elevação do custo de vida, o governo promoveu um achatamento ainda maior nos vencimentos dos cerca de 22 milhões de brasileiros aposentados, ou seja, 70% dos beneficiários do INSS, que terão de sobreviver com uma renda, insatisfatória, de R$ 954,00", diz a nota divulgada pela Força Sindical e pelo sindicato dos aposentados. "A medida do governo, além de penalizar milhões de brasileiros, também desrespeita a Lei em que determina o reajuste do mínimo com a reposição das perdas inflacionárias conforme o INPC somado ao PIB de dois anos anteriores. Como o PIB foi negativo, deveria ser assegurado ao mínimo os 2,07% do INPC, mas nem isso o governo repassou", acrescenta a nota. A justificativa para a diferença é que no passado o salário mínimo foi reajustado acima da inflação, movimento que estaria sendo compensado agora. Com informações da Folhapress.
Cinco dicas para economizar na hora de comprar material escolar

Cinco dicas para economizar na hora de comprar material escolar

No início do ano, cresce a procura pelos itens exigidos pelas escolas. Os preços sobem muito e é preciso ficar atento para a despesa não ser tão grande.   Confira abaixo algumas dicas: Reaproveite Antes mesmo de ir às compras, é bom dar uma olhada nos materiais que foram usados no ano anterior para verificar se há itens que podem ser reutilizados. Pesquise Não compre tudo na primeira loja em que entrar. Entre um estabelecimento e outro, o mesmo produto pode ter variação de preços de até 1000%. Então, o ideal é pesquisar e anotar os preços de tudo, do lápis de cor à mochila. Não fuja da lista Depois de ter identificado o que vai ser aproveitado do ano anterior e pesquisado os preços,  é preciso ter foco. Atenha-se à lista daquilo que realmente é necessário e não se renda ao impulso de comprar materiais que não são essenciais e vão pesar no seu bolso. Evite marcas De modo geral, os cadernos e outros materiais com estampas de personagens, desenhos ou marcas são mais caros (e não necessariamente melhores). Então, se a intenção é economizar, opte pela simplicidade. Atenção: as escolas não podem exigir materiais de uma marca ou loja específica. Pratique a boa vizinhança Entre em contato com outros pais para negociar a compra, venda ou troca de livros didáticos. Outra boa estratégia é adquirir os materiais coletivamente e negociar, com os estabelecimentos, descontos pela compra em grande volume. De olho na lei A Lei nº 12.886/2013 proíbe a exigência, pelos estabelecimentos de ensino, por materiais de uso coletivo. São proibidos: materiais descartáveis; de higiene e limpeza; taxas para cobrir despesas com água, luz, impressões etc.