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“Amar a Deus sobre todas as coisas” o maior mandamento

“Amar a Deus sobre todas as coisas” o maior mandamento

No Evangelho encontramos a lição mais primorosa de Jesus Cristo para todos nós: aquela lição que Ele deu para nós principalmente com a sua vida: a lição da entrega, do amor, do fazer a vontade do Pai para congregar todos os homens e mulheres de todos os tempos e lugares, no amor e na fé para a vida plena e para a salvação. A lição de Jesus é a lição do amor. Havia entre os mestres do tempo de Jesus, os mestres de Israel, muita discussão sobre a lei, sobre os mandamentos, sobre os ensinamentos das Sagradas Escrituras. E Jesus, com a sua sabedoria e iluminação, já havia feito calar os saduceus, que era um grupo de mestres que discutiam, que orientavam os seus discípulos, quando o grupo dos fariseus reuniu-se e quis provar Jesus com esta pergunta: “Mestre: qual é o maior mandamento da lei?”. Jesus sabia que eles estavam tentando prová-lo. A lei de Israel era feita com muitos mandamentos, mandamentos para tudo. Quando o povo de Deus saiu da escravidão no Egito, Deus fez uma aliança com esse povo, e deu o decálogo, os 10 Mandamentos, e com o decálogo toda a lei para ensinar o povo a se comportar no tempo da libertação. Eram muitos mandamentos, e eles tinham dificuldade de saber qual era o maior deles, o mais importante. E Jesus, então, sintetizou todos em dois. “Amar a Deus sobre todas as coisas”, com toda a força, capacidade, entendimento e sabedoria. Esse é o maior, o primeiro mandamento. E nós sabemos que amar a Deus é, de fato, o maior deles. Mas esse mandamento desdobra-se num outro, que é o segundo: o amor ao próximo. E Jesus diz então: “o segundo é semelhante a este”. “Amai-vos uns aos outros como a si mesmo”. Quem se ama, quem quer o bem para si, quem quer a própria felicidade, a própria realização, sabe o quanto é importante cuidar de si mesmo. E quem sabe o valor do amor e da vida que cada um deve ter por si é capaz de amar o outro – amar o outro como a si mesmo. Quando nós falamos de amor todo mundo se derrete, todo mundo gosta de falar do amor, do que esse mandamento divino traz para o nosso coração. Infelizmente o amor, hoje, tomou outras conotações que não tem nada com o amor real. O amor verdadeiro exige uma obediência a Deus. Quando nós amamos de verdade amamos porque Deus nos amou primeiro, porque Deus nos ama sempre, nunca nos abandona, e nós queremos corresponder a esse amor divino. Por isso devemos amar a Deus. E Deus que nos ama, sim, pede-nos para amar os nossos semelhantes, para cuidarmos do nosso semelhante. Por Dom Manoel Delson – Arcebispo Metropolitano da Paraíba
Prévia da inflação; alimentação ficou mais barata

Prévia da inflação; alimentação ficou mais barata

A taxa de variação do grupo Alimentação, que saiu de 0,28% para -0,12%, foi a que mais contribuiu para a desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) entre a primeira e a segunda quadrissemana de novembro. Neste grupo de despesas, o principal destaque foram hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 9,17% para 2,75%. O indicador geral desacelerou a alta de 0,36% na primeira quadrissemana para 0,30% na segunda quadrissemana de novembro, segundo as informações divulgadas nesta quinta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre as outras cinco classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens roupas (0,22% para -0,53%), em Vestuário; cigarros (0,63% para 0,29%), em Despesas Diversas; artigos de higiene e cuidado pessoal (0,20% para 0,02%), em Saúde e Cuidados Pessoais; material para limpeza (-0,40% para -0,73%), em Habitação, e teatro (3,22 % para 2,13%), em Educação, Leitura e Recreação. De forma isolada, os itens com as maiores influências negativas foram passagem aérea (-14,06% para -12,44%), tomate (3,34% para -9,30%), banana-prata (-9,70 para -9,06%), leite tipo longa vida (apesar de a deflação ter recuado de -3,99% para -2,37%) e blusa feminina (-0,73% para -2,22%). Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram tarifa de eletricidade residencial (3,61% para 3,80%), gasolina (0,32% para 1,63%), plano e seguro de saúde (que repetiu a taxa de variação de 0,95%), batata-inglesa (35,99% para 19,37%) e gás de bujão (3,64% para 3,19%).