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Palestras levam educação sanitária a moradores do conjunto Sonho Meu

Palestras levam educação sanitária a moradores do conjunto Sonho Meu

A Secretaria de Habitação de Umuarama vem reunindo mensalmente as famílias do Conjunto Habitacional Sonho Meu – Fase 2 – para o trabalho técnico e social previsto no programa de implantação do bairro, junto ao governo federal. Os moradores são divididos em dois grupos e reunidos no teatro Centro Cultural Vera Schubert, sempre com temas voltados ao desenvolvimento pessoal, econômico e social das famílias. O tema deste mês foi educação sanitária. Além das orientações, prestadas pela equipe da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) da Secretaria Municipal de Saúde, os moradores participaram do sorteio de 300 kits de limpeza, com vassouras, pás, detergente, sabão em pó, desinfetantes e outros produtos. “Foram dois grupos de 227 famílias em cada, reunidos em dois dias, que receberam orientações sobre limpeza das casas, quintais, higiene pessoal e animais que podem ou não ser criados nas residências. A preocupação é com a qualidade de vida, a saúde de cada morador e também a boa convivência com os vizinhos, afinal aquele o novo bairro, o novo ambiente onde eles passaram a viver”, explicou o secretário da Habitação, Mauro Liutti. As reuniões são mensais e devem acontecer até o final do ano, com participação obrigatória dos beneficiários. Eles são recebidos com brinquedos, algodão-doce e pipoca para as crianças e ao final das reuniões recebem um lanche. O trabalho social é custeado pelo governo federal, que libera os recursos junto com a verba para construção das moradias e da infraestrutura dos bairros. FORMATURA Na última segunda-feira, 17, a segunda turma do curso de corte e costura em máquina reta e overloque ministrado no barracão comunitário do bairro chegou ao final do aprendizado, após quatro meses de treinamento. O curso é oferecido pelo município, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e das cerca de 20 alunas que iniciaram o treinamento, nove concluíram e receberam o certificado, entregue pelo secretário Mauro Liutti, e pela coordenadora do Senai, Sílvia Horwat Caetano. Participaram da entrega, ainda, o representante da Secretaria de Indústria e Comércio, Rômulo Rauen, o diretor da Agência do Trabalhador, Clóvis Palozi, a presidente da Associação de Moradores do Sonho meu, Marcela Lopes Muniz e familiares das alunas. A coordenadora da Escola Municipal Cândido Portinari, Cristiane Fagotti, recebeu simbolicamente um conjunto de roupas infantis produzidas durante o curso. O lote de peças produzidas no aprendizado será distribuído às crianças do centro de educação infantil que funciona em conjunto com a escola. O secretário Mauro Liutti, que representou o prefeito Celso Pozzobom na entrega dos certificados, lembrou que o salão foi construído pelo município. As máquinas foram adquiridas com recursos federais do Programa Minha Casa Minha Vida – via Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), destinados ao trabalho técnico social. O prefeito apoia essa iniciativa. “Temos projetos de estender a formação, em conjunto com a Secretaria da Indústria e Comércio, para qualificar mais moradores para o mercado de trabalho ou a produção própria de confecções (facções). O objetivo é promover a geração de renda e melhorar a qualidade de vida da população sem ter que sair do bairro para trabalhar”, completou Pozzobom.   Fonte: Secretaria de Comunicação - PMU Fotos: PMU  
Pais são condenados a 28 anos de prisão pela morte da filha de 4 anos em Rolândia

Pais são condenados a 28 anos de prisão pela morte da filha de 4 anos em Rolândia

O Júri Popular do assassinato da pequena Maria Clara, de 4 anos, morta por asfixia e que teve o corpo descartado em um terreno baldio em Rolândia, condenou os pais da criança, Thais Dayane Moises Cavalcanti e Edson Bercamasque, a mais de 28 anos de prisão cada um. A sentença do julgamento que ocorreu na Comarca de Rolândia, foi proferida no fim da tarde, . A Justiça considerou o alto grau de culpabilidade dos réus, as quatro qualificadoras do crime (motivo fútil, emprego de asfixia, recurso que dificultou a defesa da vítima, feminicídio e ocultação de cadáver) e também o fato da conduta social deles não ser ‘favorável’, a pena para o crime de homicídio foi estabelecida em 20 anos;  O crime de faminício, levando em conta que a vítima era menor de 14 anos, ficou em seis anos e outo meses; A única diferença nas sentenças, foi referente ao crime de ocultação de cadáver, em que Bercamasque recebeu a pena de um ano e cinco meses, além de 13 dias multa e Thais, dois anos e 20 dias multa. Conforme o juiz, o pai recebeu um atenuante neste caso, pelo fato de ter confessado o crime, o que aconteceu com a mãe, que nega. Desta forma, a pena total ficou em 28 anos e um mês, mais 13 dias multa para Bercamasque, e 28 anos e oito meses, além de 20 dias multa para Thais. O casal que está preso desde 22 de janeiro de 2016 seguirá, de acordo com a Justiça, em regime fechado. Fatalidade O casal negou ter matado a menina com intenção. Eles voltaram a afirmar que “a morte da criança foi uma fatalidade”. Também reafirmaram que “a morte poderia ter sido causada por reação ao medicamento que ela ingeriu”. No entanto, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) comprovou que a criança foi morta por asfixia. O pai confessou o crime de ocultação de cadáver e alegou que “a medida foi tomada para que não tivessem problemas com o Conselho Tutelar e não perdessem a guarda dos outros filhos”. O Conselho Tutelar fazia atendimentos a família, em ocasião anterior as crianças chegaram a ser abrigadas por conta da dependência química dos pais. O crime O corpo de Maria Clara foi encontrado em um terreno baldio no dia 4 de janeiro de 2016, no Jardim Montecarlo II, já em estado de decomposição. As investigações apontaram que a criança foi asfixiada. Os pais negaram o crime, afirmando que ela morreu após ter tomado um medicamento para dores no estômago. O laudo do IML apontou que a menina foi asfixiada.   Reportagem Massa News Com informações do Blog do Farina